Nossa História

A Politica de Transportes aprovada pela resolução no 5/96 de 2 de Abril preconiza entre outros, a participação do capital privado na reabilitação, exploração e gestão da infra-estrutura e serviços ferro-portuários.

Neste contexto foi criado um consórcio de investidores privados e entre estes foi constituída uma sociedade privada de moçambicana, denominada Sociedade De Desenvolvimento do Corredor de Nacala, SA (SDCN).

A SDCN em parceria com a empresa Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique, EP (CFM) criaram uma empresa privada denominada Corredor de Desenvolvimento do Norte, SA cujo objectivo principal é o uso, gestão, financiamento, manutenção, optimização das infra-estruturas e serviços ferro-portuários, bem como o desenvolvimento e operação dessas mesmas infra estruturas.

Nos termos dos Decretos 20/2000 e 21/2000, ambos datados de 25 de Julho, foram aprovados os termos da Concessão do Porto de Nacala e da Linha Férrea do Norte, respectivamente tendo sido a CDN outorgada a qualidade de concessionária ferro-portuária.

Para materialização dos Decretos acima referidos foram no dia 29 de Setembro de 2000, celebrados entre o Governo da República de Moçambique na qualidade de Autoridade Concedente, a CDN na qualidade de Concessionária e os CFM, na qualidade de empresa pública gestora dos bens e serviços portuários os contratos de concessão do Porto de Nacala e da Linha Férrea do Norte válidos por um período de 15 contados a partir da data do início das actividades da CDN.

No dia 10 de Janeiro de 2005, a CDN cuja estrutura accionista é detida por 51% das acções à SDCN e 49% pelos CFM iniciou a gestão e operação do Porto de Nacala e Linha Férrea do Norte que engloba o troço Nacala-Porto/Nampula/Cuamba/Entre-Lagos e o troço Cuamba Lichinga.

Para atender as novas demandas de carga geral e carvão o Contrato de concessão da Linha férrea foi prorrogado por um período adicional de 15 anos, estando o seu termo previsto para o dia 10 de Janeiro de 2035.