Esta notícias foi vista218vezes!

Devido ao trabalho “coordenado” das áreas operacional e comercial em parceria com outras áreas de apoio, a CDN fechou o primeiro trimestre com “chave de ouro”, no que concerne ao transporte de mercadorias. Nos primeiros três meses do ano em curso registou-se uma evolução no transporte de mercadorias, em 41%, ao concretizar-se o transporte de 99.692 toneladas contra 70.955 toneladas orçadas para este período.

Foi um resultado satisfatório, e que justifica efectivamente a ambição da empresa em“Ser uma solução ferro-portuária de referência na África Austral”.

O Gerente da área Comercial, Dário Viegas, em entrevista ao CDN informa, referiu que o Clinker e os fertilizantes, destacaram-se no meio de diversos produtos transportados no corredor, durante o período em análise, e o principal destino foi a Zâmbia.

Felicitou, igualmente, durante a entrevista, a todos colaboradores que diariamente trabalham para contribuir para o alcance das metas em diversas frentes, e foi optimista ao defender que a execução da CDN vai continuar a melhorar nos próximos períodos do ano em curso. Segue a entrevista na íntegra:

CDN Informa (CI): Evoluímos, em 41%, no transporte de mercadorias, o que é que este resultado significa para empresa?

 Dário Viegas (DV): Bom, ao superarmos as metas estabelecidas para o 1º trimestre, isso significa e mostra que estamos a construir uma boa base para o desafio de alcançarmos o volume proposto para este ano, visto que qualquer influência ou impacto que possa ocorrer, será absorvido pelo desempenho excepcional que estamos a ter.

CI: Quais foram os esforços empreendidos pela empresa para conseguirmos este êxito?

DV: Registamos aumento de carga para Lichinga, que não estava orçado, e a área comercial da CDN e CEAR buscaram cargas como clinker para certo cliente e fertilizante para Zâmbia.

CI: Há expectativas de aumentarmos a nossa prestação no primeiro semestre?

DV: No 2º trimestre inicia o “ramp-up”, (etapa marcada por um crescimento gradual da produção, até alcançar sua estabilização), da nossa curva de volume, e o desafio é de aumentar o nosso desempenho em relação ao 1º trimestre, porém a demanda existe, e estamos a buscar as melhorias necessárias para atender.

No 2º Semestre o desafio é ainda maior, mas também é o início da campanha agrícola e a necessidade de fertilizante vai aumentar no Malawi e Zâmbia.

CI: Que palavras tem para partilhar com os colaboradores que contribuíram para o alcance deste sucesso?

DV: Precisamos melhorar a nossa eficiência e ter mais foco na qualidade e no cliente. Os desafios para os próximos anos são grandes e precisamos nos preparar através da melhoria de processos, novas tecnologias e treinamento do nosso bem mais precioso, as pessoas!